A professora Mel Girão e o professor Hélio Arthur Irigaray, da FGV EBAPE, publicaram no Estadão o artigo de opinião “Cultura Organizacional: o Solo Fértil ou Estéril para a Inovação”, que analisa como a estrutura cultural das empresas influencia diretamente sua capacidade de inovar.
No texto, os autores destacam que ambientes corporativos abertos à diversidade, ao diálogo e à crítica construtiva favorecem a criatividade, o aprendizado contínuo e a geração de soluções inovadoras. Em contrapartida, culturas organizacionais homogêneas, rígidas e avessas ao questionamento limitam a experimentação e inibem o desenvolvimento de novas ideias.
O artigo também chama atenção para um traço cultural brasileiro que pode ser um entrave à inovação: a dificuldade em lidar com o confronto direto de ideias, muitas vezes confundido com conflito pessoal. Essa característica, segundo os autores, tende a alimentar ambientes de silêncio e conformismo, dificultando avanços significativos dentro das organizações.
A publicação reforça a atuação dos professores da FGV EBAPE nos grandes veículos de mídia nacional e sua contribuição para os debates estratégicos da gestão contemporânea, especialmente em temas centrais como inovação, cultura organizacional e diversidade.
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Cultura Organizacional: o Solo Fértil ou Estéril para a Inovação – Estadão
