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(Última atualização: 12/04/2017 - 09:59)
12/04/2017

Pesquisa inédita avalia inovação tecnológica e competitividade industrial no Brasil

Como a indústria brasileira poderia fortalecer sua competitividade por meio da inovação tecnológica? Essa pergunta foi examinada em uma pesquisa inédita, concluída recentemente no âmbito do Programa de Pesquisa em Aprendizagem Tecnológica e Inovação Industrial no Brasil, da Escola de Administração Pública e de Empresas da FGV (EBAPE).

A pesquisa examinou a relação entre processos de acumulação de capacidades tecnológicas, suas principais fontes (os mecanismos de aprendizagem tecnológica) e seus impactos em competitividade (produtividade e engajamento no mercado global). Essas questões foram examinadas em nível de empresas de cinco indústrias relevantes para a economia brasileira: celulose e papel, sucroenergética, mineração, siderurgia, e petróleo e gás.

Além do uso de metodologias inovadoras, a pesquisa envolveu, desde o seu início, interações diretas com mais de 100 stakeholders da indústria (gestores, engenheiros, pesquisadores), governo, academia, analistas e demais atores. Essas interações conectaram a pesquisa com os reais problemas e questões prementes da indústria, contribuindo para aumentar ainda mais sua relevância e impacto.

A pesquisa, realizada de março de 2015 a março de 2017, foi coordenada pelo professor Paulo N. Figueiredo (EBAPE), e Maurício Canedo Pinheiro (Instituto Brasileiro de Economia - FGV IBRE) e gerou novas evidências e explicações sobre variações entre empresas da mesma indústria e entre áreas tecnológicas na mesma empresa, em termos de acumulação de capacidades tecnológicas, suas fontes, e impactos em competitividade. As análises e resultados da pesquisa servem de potencial insumo para tomadores de decisão sobre o fortalecimento da competitividade da indústria brasileira.

O trabalho foi financiado pela Rede de Pesquisa e Conhecimento Aplicado da FGV, com aporte do CNPq. Os vários produtos gerados pela pesquisa (working papers, policy briefs, vídeos) estão disponíveis na Biblioteca Digital.

CLIQUE AQUI e confira o professor Paulo Figueiredo falar sobre a pesquisa.

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