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(Última atualização: 20/10/2017 - 13:46)
20/10/2017

Pesquisa aponta que votação aberta pode dificultar punição por corrupção no Congresso

A semana política no Brasil foi marcada pela votação no Senado que culminou com a decisão dos senadores pela manutenção do mandato de Aécio Neves, em votação aberta, com 44 votos a favor e outros 26, contra. Um estudo do professor Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da FGV (EBAPE), Carlos Pereira, com dois pesquisadores estrangeiros – Michele Buttò e Matthew Taylor – previu, há cerca de três anos, que essa seria uma tendência.

A partir de casos reais de processos de corrupção, os autores do estudo concluíram que, no caso de políticos poderosos, a votação aberta pode ter um efeito contrário ao que a população e o senso comum imaginam. A pesquisa leva em conta cinco aspectos: liderança do partido, pertencimento à Mesa Diretora, gastos de campanha, emendas parlamentares empenhadas e número de votos nas eleições para classificar a influência do parlamentar.

"Você ir para praça pública defender que um cara poderoso tenha a cabeça cortada, sem ter certeza que a cabeça dele será cortada, é um risco muito grande", afirmou Pereira em entrevista à BBC Brasil.

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